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Quem foi são Braz Como profissional na medicina, usava dos seus conhecimentos médicos para resgatar a saúde, não só do corpo, mas também a da alma, pois se ocupava de evangelizar os pacientes. Ficou famoso porque retirou de uma criança, sem nenhum instrumento, um espinho que o mesmo tinha na garganta. Por este fato, é considerado protetor das doenças da garganta e no dia de sua festa, 3 de Fevereiro, nas cidades da Espanha e algumas do interior do Brasil, as mães levam os filhos para benzerem a garganta.
Morreu em 316, foi Bispo de Sebaste na Armênia. Quando as perseguições começaram sob o Imperador Dioclecius (284-305), Brás fugiu para uma caverna, onde cuidou dos animais selvagens. Anos mais tarde, caçadores encontraram-no, levando-o preso ao Governador Agricolaus, da Capadócia na Baixa Armênia. Durante a perseguição do então Imperador Licinius Lacinianus (308-324), Brás foi torturado com ferros em brasa e foi decapitado. O costume de abençoar as gargantas no seu dia, continua até hoje e, em alguns locais, são usadas nas cerimonias comemorativas as velas. O uso das velas têm origem na mãe do menino curado por São Brás, pois levou-lhe as velas à prisão. Após se tornar Bispo e, durante a perseguição dos cristãos, recebeu uma mensagem Divina para se esconder nas colinas, tentando escapar assim à perseguição. Os homens que o procuravam, descobriram uma caverna, cercada de animais selvagens que estavam doentes. Dentro da caverna estava São Brás, junto com os animais, sem que estes o atacassem. Reconhecido como Bispo, foi levado a julgamento. No caminho de volta, o Santo convenceu um lobo a soltar um porco, que pertencia a uma camponesa. Foi condenado a morrer vagarosamente de fome na prisão. Duas mulheres visitaram-no na prisão. A camponesa, dona do porco, levava-lhe comida, de uma maneira muito engenhosa. A mãe do menino levava-lhe velas.
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